Conto erótico: Sexo com a gerente no depósito

Era um dia daqueles de trabalho pesado, com pilhas e mais pilhas de mercadorias para organizar. Eu estava na empilhadeira quando a gerente se aproximou. Ela se chamava Renata, uma morena quase negra, alta, com o corpo proporcional e curvas no lugar certo. Falava com uma voz delicada e baixa. Me pediu para ficar até mais tarde porque ainda tinha muito serviço pela frente, mas prometeu um extra na hora do pagamento. Eu nunca me importei de sair um pouco depois, então concordei sem problema.

A empresa já estava praticamente vazia quando ela voltou. Olhou em volta e soltou um “Caramba, você já fez quase tudo”. Fiz uma pausa para respirar e acabamos conversando. Eu trabalhava ali há anos, mas nunca tinha tido chance de falar com ela daquele jeito. Enquanto a conversa rolava, percebi que ela me olhava de cima a baixo várias vezes. Até que soltou uma frase que me pegou de surpresa:

— Sabe, eu fiquei te observando várias vezes lá da janela do escritório. Nunca tivemos oportunidade de conversar como hoje. E acabei de perceber que não estava errada sobre você. É um homem educado, respeitoso… e muito atraente.

Eu fiquei quieto, pensando no que aquilo significava. Ela tinha um corpo lindo e, de repente, comecei a imaginar várias coisas. Renata se aproximou da empilhadeira, ficou ao meu lado e continuou:

— Já pedi para vários funcionários ficarem até mais tarde. Você foi o único que não tentou nada. Todos jogaram piadinhas. Você, pelo contrário, me respeitou o tempo todo. Não me acha atraente?

— Pelo contrário — respondi. — Já que tocou no assunto, vou ser sincero. Te acho linda, uma tesão de mulher.

Ela sorriu e perguntou baixinho:

— E o que você faria comigo se tivesse a oportunidade?

— Eu faria tudo que você quisesse, duas vezes.

Renata passou a mão no meu rosto, acariciando, colou o corpo no meu e me beijou. Foi um beijo cheio de vontade, língua quente, saliva misturada. Depois encostou a boca na minha orelha:

— Faz meses que não fico com ninguém. Estou carente pra caralho.

Eu a puxei forte contra mim e devolvi o beijo, passando as mãos pelo corpo dela. Senti ela tremer inteira. Desci a mão por baixo da saia, afastei a calcinha e toquei direto na buceta molhada. Ela gemeu alto, quase um grito abafado. Em seguida foi ela quem abriu meu zíper, puxou minha rola pra fora e começou a punhetar devagar, apertando a cabeça e descendo até os colhões.

Não tinha conforto nenhum ali, mas o tesão era incontrolável. Ela sussurrou:

— Quero sentir você dentro de mim agora. Não me importa como nem onde.

Virei ela de frente para uma pilha de caixas, levantei um pouco a saia, puxei a calcinha pro lado e enfiei a rola na buceta dela de uma vez só. Fodendo de pé, ela me abraçava firme e levantou uma perna, abrindo mais o caminho pra eu meter fundo. Não pensamos em camisinha nem em nada. Renata gozou primeiro, apertando minha rola com espasmos fortes, mas pediu pra eu não parar. Continuei estocando sem piedade, sentindo a buceta dela pulsar.

Depois de alguns minutos ela gemeu de novo:

— Tô gozando de novo… caralho…

Quando terminou o segundo orgasmo, ela ofegou:

— Segura mais um pouco… quero gozar com você no meu cuzinho.

Tirei a calcinha dela de vez, ela prendeu a saia com o queixo e ficou peladinha da cintura pra baixo. Virou de costas, curvou o corpo e ficou praticamente de quatro contra as caixas. Olhei aquela bunda redonda e perfeita, meu pau latejando de tão duro. Aproximei a cabeça da rola no cuzinho apertado e comecei a forçar. Quando a glande entrou, ela soltou um gritinho agudo. Em seguida pediu:

— Vai, come meu cuzinho gostoso… mete tudo, quero sentir seu saco bater no meu rabo.

Empurrei até o fundo, devagar no começo, depois mais forte. Renata rebolava pra trás, falando putaria sem parar, me xingando de safado, pedindo pra eu destruir o cu dela. Aumentei o ritmo e ela começou a tremer toda, anunciando que ia gozar de novo. Quando senti o cuzinho dela apertando minha rola, soltei os jatos grossos lá dentro, enchendo de porra quente.

Quando tirei, ela se virou, me beijou e disse ofegante:

— Da próxima vez quero que seja num motel. Quero tempo pra fazer tudo com calma.

Deixe um comentário