Tinha pouco tempo que estávamos saindo, mas já tínhamos ido ao motel duas vezes. Nas duas, tentei meter no cuzinho dela e ela sempre negou, dizendo que já havia tentado antes e doía demais. Eu não parava de pensar naquele cuzinho apertado e como conseguir enfiar minha rola nele. No fim de semana, levei ela pro motel de novo. Já tínhamos fodido duas vezes quando tentei de novo a bundinha. Ela recusou mais uma vez. Foi aí que tive uma ideia e fiz a proposta na hora.
— Olha, vamos fazer o seguinte: eu te faço gozar na minha boca. Se eu conseguir, você me dá o cuzinho.
Ela riu e respondeu:
— Haha, nunca ninguém me fez gozar no oral. Então não precisa ter medo.
— Ok, quero ver o que você sabe fazer — ela disse.
Eu comecei a chupar a buceta dela com vontade, lambendo devagar no começo, depois sugando o clitóris e enfiando a língua bem fundo. Ela gemia alto, repetindo que estava gostoso pra caralho, que ninguém nunca tinha chupado ela daquele jeito. Em pouco tempo as pernas dela começaram a tremer e ela implorava pra eu não parar, que sentia que ia gozar. Continuei chupando sem piedade até ela gemer forte, o corpo inteiro se contorcendo enquanto gozava na minha boca, pingando melada pra baixo.
— Seu safado! Você sabia que ia conseguir, por isso me fez essa proposta — ela xingou, ofegante.
— Eu tinha certeza que ia conseguir — respondi, limpando a boca. — Agora você me deve seu cuzinho.
— Eu sou uma mulher de palavra, mas seja carinhoso.
Eu me ajoelhei atrás dela e comecei a lamber o cuzinho, passando a língua devagar em círculos, molhando tudo bem. Enfiei a língua um pouco pra dentro, sentindo a resistência, babando bastante pra deixar bem lubrificado. Depois de um tempo, perguntei se ela estava pronta. Ela confirmou, pedindo de novo pra eu ir com carinho. Encostei a cabeça da rola no cuzinho apertado e forcei devagar. Ela soltou um gemido baixo quando a cabeça entrou. Parei um pouco, dei tempo, depois empurrei mais um pouco. Outra parte da rola escorregou pra dentro e ela reclamou da dor, pedindo pra eu ficar quieto. Esperei alguns segundos, sentindo o cu dela apertando minha rola. Quando ela liberou, empurrei mais devagar, centímetro por centímetro, até estar quase todo dentro.
— Está doendo, mas ao mesmo tempo está gostoso pra porra — ela gemeu. — Mete tudo logo, pra acabar com isso.
— Não. Eu gosto bem devagar, pra você acostumar e começar a ficar gostoso de verdade — respondi.
Continuei metendo bem devagar, sentindo cada centímetro do cuzinho apertado apertando minha rola. Ela começou a gemer mais alto, falando que estava gostando. Aumentei o ritmo pouco a pouco, dando estocadas mais firmes mas ainda controladas. O cu dela foi relaxando, aceitando tudo. Quando já estava fodendo num vai e vem constante, ela quase gritou:
— Estou gozando!
O cuzinho dela apertou forte minha rola, latejando enquanto ela gozava. Dei mais umas estocadas fundo e gozei também, enchendo o cu dela de porra quente. Quando tirei a rola, perguntei:
— Gostou? Vai deixar eu meter no teu cuzinho outra vez?
— Adorei. Agora ele é seu.