Conto erótico: Sexo com amigos em angra dos reis

Nós alugamos uma casa em Angra dos Reis e resolvemos chamar um casal amigo pra curtir o fim de semana junto. Beatriz e Ricardo eram gente boa, tínhamos conhecido na escola dos filhos. Os meninos eram colegas de sala, mas eles não eram do nosso meio. Era só um fim de semana tranquilo entre amigos, com churrasco, praia e descanso. Nossos filhos estavam com a madrinha da nossa filha e os deles tinham ido pra casa dos avós.

Na sexta à tarde passamos pra buscá-los e pegamos a estrada. Chegamos, arrumamos as coisas e saímos pra dar uma volta pela cidade. Jantamos fora, caminhamos um pouco e voltamos pra casa. Tomamos vinho, conversamos de boa e perto da uma da manhã cada casal foi pro seu quarto.

No nosso quarto, eu e Laura começamos a nos beijar. As mãos foram subindo, as roupas caindo. Deitei na cama e ela, já com muito tesão, começou a me beijar no peito e desceu até meu pau. Caiu de boca, chupando devagar, subindo e descendo enquanto me olhava com aquela cara safada e gulosa. A janela do quarto estava aberta por causa do calor. Num dado momento percebi dois rostos ali, meio escondidos no corredor: Beatriz e Ricardo estavam parados, olhando.

Fingi que não tinha visto. Deixei Laura continuar. Ela parou a chupada, segurou meu pau com a mão e, olhando pra mim com os olhos brilhando, pediu pra eu chupar sua buceta. Subiu em cima de mim, encaixou a buceta molhada na minha boca. Lambi os lábios inchados, dei umas linguadas fundas que fizeram ela gemer alto, enfiei dois dedos e fodi ela com a boca e a mão. Olhei de novo pra janela: os dois ainda estavam lá, assistindo tudo.

Laura sentou no meu pau devagar, deslizando até engolir tudo. Começou a rebolar, cavalgando gostoso, os peitos balançando. Eu acariciava eles enquanto olhava pra janela e via o casal amigo hipnotizado. Depois ela ficou de quatro. Posicionei o pau na entrada da buceta e enfiei tudo de uma vez, metendo forte, pra que Beatriz e Ricardo vissem bem. Tirei o pau, dei umas palmadas com a rola na bunda dela e voltei a meter. Quando senti que ia gozar, ela desceu da cama, ajoelhou no chão e abriu a boca. Joguei porra quente na língua e nos lábios dela. Laura chupou até a última gota, limpando tudo com a boca.

Dormimos abraçados.

Acordei cedo, dei uma olhada no corpo nu dela de bruços e fui fazer café. No caminho de volta, passei pelo quarto deles. A porta estava entreaberta. Olhei e vi Beatriz deitada de bruços, nua, pernas ligeiramente abertas. A bunda redonda e macia, as coxas grossas e entre elas a buceta aparecendo. Fiquei um instante olhando, mas segurei o tesão e voltei pro quarto.

Quando entrei, levei um susto: Ricardo estava lá, olhando Laura tomar banho. O boxe era integrado ao quarto. Aproveitei a situação, dei bom dia pra ele e, enquanto tirava a roupa, falei:

— Relaxa, amigo. Tira essa roupa e vem tomar banho com a gente.

Ele hesitou, mas eu insisti. Ricardo começou a se despir. Abri a porta do boxe e entramos. Laura estava de costas, com shampoo no cabelo. Apertei a bunda dela, beijei o ombro e dei bom dia. Quando ela virou e viu Ricardo nu ali, sorriu, disse oi e deu um beijo nele.

Eu fiquei atrás dela, encostando meu pau na bunda. Ricardo roçou a pica já meia dura na coxa de Laura. Ela olhou pra rola dele, segurou com a mão e fez um vai e vem lento.

— Tá com tesão, hein? — murmurou, sorrindo. — Tudo bem, relaxa.

Depois virou pra mim, mas logo agachou na frente de Ricardo. Segurou o pau dele, olhou bem de perto e falou:

— Vou te ajudar com isso…

Abriu a boca e começou a chupar. Ricardo gemeu baixo enquanto Laura engolia o pau dele, língua pra fora, sugando com vontade. Eu fiquei ali, batendo uma, olhando tudo.

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