Era por volta das 7:30 da manhã quando bati na porta da Lara. Ela atendeu vestindo uma camisola linda, toda transparente, e pareceu surpresa ao me ver, mas um sorriso safado escapou dos seus lábios. “Bom dia, Anjo, entra aí”, disse ela, com uma timidez que mal disfarçava o desejo. Entrei carregando as sacolas do supermercado e expliquei que ia preparar um café da manhã caprichado pra nós dois. Ela me levou até a cozinha e mostrou onde encontrar os ingredientes para fazer pão fresco. Nas sacolas, tinha iogurte e frutas também. Enquanto eu mexia na massa, ela me olhava meio desconfiada, mas excitada com aquela invasão matinal.
Enquanto a massa descansava, ela disse que ia se arrumar e sumiu por uns minutos. Meu coração batia forte, tipo uma bateria louca, e eu mal conseguia me concentrar pra não estragar tudo. Quando olhei pra trás, lá estava ela, me encarando com um sorriso malicioso que sugeria ideias bem safadas. Sorri de volta e terminei de preparar a massa, jogando no forno pra assar. Nos quinze minutos seguintes, ficamos conversando bobagens pra passar o tempo, mas os dois sabíamos que qualquer distração podia queimar o café.
Assim que o pão ficou pronto, tirei do forno e deixei esfriar na pia. O olhar da Lara mudou, virou puro fogo, misturado com uma meiguice safada. Num instante, estávamos na sala, e com um olhar só, ela me convidou pro quarto. Meu corpo tremia de tesão e euforia, imaginando um monte de cenas quentes em frações de segundo. Entrei e ela se deitou na cama, pedindo uma massagem. Tirou a camisa, ficando só de calcinha vermelha, que contrastava perfeito com a sua pele. Fiquei só de cueca, peguei um óleo de pitanga que vi por ali e me sentei de leve em cima da sua bunda firme.
Sua respiração ficou pesada, quase parando, e eu passei o óleo nas costas dela, espalhando com as pontas dos dedos num movimento calmo. O cheiro doce enchia o ar, e meu pau já estava duro como pedra, provavelmente notável pela cueca. Massagei devagar, sentindo o desejo pulsar nos meus dedos, e via ela morder os lábios ou passar a língua neles, gemendo baixinho. Desci para a bunda e as pernas, espalhando o óleo e acariciando com força, deslizando fácil. Ela estava totalmente entregue, imóvel, só com os olhos fechados e a boca dançando de prazer.
Peguei uma das suas pernas com as duas mãos, massageando da coxa até o pé, e repeti com a outra. Estava louco de vontade, a boca cheia d’água, mas me segurei. Virei ela de frente e passei mais óleo nos meus dedos, começando pelos seios, roçando os mamilos duros de propósito. Seus olhos se abriram, me encarando com uma fome selvagem, e sua respiração virou um ofegar alto. Desci as mãos pela barriga, até roçar a boceta por cima da calcinha. Ela se mexeu como se levasse um choque, o corpo tremendo.
Não aguentei mais: me joguei no seio dela, chupando o mamilo com a língua molhada, sentindo o gosto salgado da sua pele. Enquanto isso, beliscava o outro com os dedos. Ela puxou minha cabeça e enfiou a língua na minha boca, chupando como uma louca, mordendo de vez em quando. Tentei escapar, mas foi inútil; aquele beijo era viciante. Rasguei a calcinha dela e abri suas pernas, passando a língua nos lábios inchados da buceta. Que sabor incrível! Fiz círculos e movimentos para cima e para baixo, me entregando por completo. Ela agarrou minha cabeça, pressionando forte, gemendo alto.
De repente, ela me jogou na cama, puxou minha cueca e começou a lamber meu pau, que pulsava pronto pra explodir. Chupava com tudo, sugando a cabecinha e descendo até a base, com gemidos suplicantes que me enlouqueciam. “Me fode agora!”, ela gritou, e eu obedeci na hora. Deitei ela de frente e entrei devagar, só com a ponta, brincando de entrar e sair. Ela puxou minha bunda, impaciente, então enfiei tudo de uma vez. Ela soltou um gritinho e me beijou molhado, a língua dela lambendo meus lábios enquanto eu metia frenético.
“Agora de quatro!”, pediu, e eu virei ela, segurando o cóccix e puxando pra mim a cada estocada. Puxei seu cabelo com cuidado, sentindo ela se mover louca, gemendo sem parar. Pediu mais posições: ela por cima, de lado… Cada uma era melhor que a outra, meu pau duro como nunca. Voltei pra posição inicial, ela deitada de frente com as pernas bem abertas, suplicando: “Me fode forte, vai, enche minha buceta!”. Obedeci, entrando e saindo sem parar, até que ela cravou as unhas na minha bunda e puxou forte. Nossas respirações se aceleraram, e explodimos juntos, uma onda de porra e gozo que me deixou zonzo.
Nos abraçamos ali, exaustos, e ela me chamou pro banho. Lavamos um ao outro debaixo d’água quente, ainda tocando e rindo. Depois, voltamos pro café, comendo o pão quentinho e as frutas, nos olhando felizes e saciados. Falei que precisava ir, e ela fez uma carinha triste. Dei um beijo demorado na sua boca e fui embora, com a mente cheia daquilo tudo.