No momento, você está visualizando Conto erótico: Masturbação com vibrador: prazer intenso

A luz baixa do quarto jogava sombras quentes sobre os lençóis, e eu me estiquei na cama, completamente à vontade com o jeito que meu marido, Pedro, me devorava com os olhos. Depois de anos de casados, essa intimidade tinha virado uma droga deliciosa – eu podia me exibir sem nenhuma vergonha, saboreando cada segundo. Passei os dedos pelo meu corpo devagar, me provocando onde eu sabia que era bom, com o vibrador na mão pronto para a ação.

Aquele treco escorregava pela minha pele, roçando e sugando meu clitóris inchado, arrancando suspiros profundos e entrecortados da minha garganta. Eu pausava de propósito, esticando a tensão, cada toque uma promessa de mais porra. “Você adora me ver assim, né, Pedro?” murmurei, a voz toda carregada de malícia, enquanto abria mais as pernas, mostrando tudo sem pudor.

Meu quadril balançava num vai-e-vem preguiçoso, repetido só para foder com a paciência dele, e eu soltava gemidos baixos misturados com risadinhas safadas. O prazer subia devagar, como uma onda quente, fazendo meu corpo todo responder – os quadris se mexendo sozinhos, a respiração ficando curta e ofegante. Eu gemia alto, sem nem tentar esconder, sabendo que cada som era um convite sujo pra ele.

“Está ficando impossível parar…”, eu disse, sorrindo malandra, sentindo o calor se espalhar pela minha boceta latejante. Aí o ritmo acelerou, e eu me entreguei de vez, arqueando as costas e empurrando o quadril pra cima, o vibrador mergulhando fundo e me fazendo tremer. O gozo veio forte, avassalador, meu corpo todo sacudindo enquanto eu apertava os lençóis, gritando baixinho: “Olha pra mim, Pedro… vê como eu fico quando você me observa assim, me devorando com os olhos.”

Ele só ficava lá, olhando sem tocar, e isso deixava tudo ainda mais excitante, como se eu estivesse putamente no controle. “Tá vendo o que você faz comigo, Pedro? Me deixa assim, toda molhada e louca de tesão só por causa do seu olhar.” O movimento ficou mais rápido, mais intenso, e eu senti outro clímax se aproximando, a buceta pulsando e o suor escorrendo. “Não para de olhar… eu quero que você veja tudo”, avisei, a voz falhando de tanto prazer.

Quando o segundo gozo explodiu, foi um gemido longo e rouco, o corpo tremendo sem parar, e eu me deixei levar, aberta e completamente entregue. Respirei fundo, ainda pulsando, e abri os olhos, ofegante, sorrindo satisfeita pra ele. “Vem cá, Pedro… agora eu quero você comigo, fodendo tudo isso.”

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