Conto erótico: Noite quente: parte 6

· 4 min de leitura·Explícito·Narrado por ele
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Continuação - Parte 6

Cara, deixa eu te contar como as coisas esquentaram de vez naquela noite. Eu estava no carro, vidrado na tela do celular, assistindo tudo pelo vídeo que ela me enviou sem avisar. Dessa vez, a imagem estava bem nítida, sem aquelas sombras da varanda. O cara estava passando a mão na bunda dela, descendo até aquela buceta suculenta que já devia estar toda encharcada. Ele enfiava os dedos lá dentro enquanto ela chupava a rola dele com vontade, e eu mal conseguia ouvir direito por causa da música que eles botaram pra tocar. Só pegava uns gemidos baixinhos e os tapas que ele dava na bunda dela, fazendo a carne balançar enquanto ela sugava tudo.

Não demorou muito, e a rola dele já estava dura de novo, erguida e pronta pra action. Ele a posicionou de quatro no sofá, virando aquela bunda enorme e deliciosa bem na direção da câmera – e consequentemente pra mim. Ela ainda estava com a calcinha fio dental vermelha de renda enfiada no rabo, e eu via tudo perfeitamente. O cara se ajoelhou no chão, puxou a calcinha pra lado sem tirá-la de vez, e começou a chupar a buceta dela com força. A língua dele explorava cada dobra, lambendo o cu dela também, e eu jurava que podia sentir o cheiro dali. Depois, ele se levantou e enfiou aquela rola grande e grossa na buceta dela, bombando com tudo. Mesmo com a música, os gemidos dela ecoavam altos, cheios de prazer puro.

Ela me contou depois que, nessa hora, ele cravou a rola direto no rabo dela sem eu perceber no vídeo. Foi tão de repente que, quando ela viu, já estava acontecendo. “Não tive o que fazer, tava delicioso pra caralho”, ela me disse depois, com um sorriso safado. O tesão era tanto que ela nem sentiu dor, só um prazer enlouquecedor enquanto ele socava fundo. Eu assistia tudo do carro, com a mão no meu pau, me masturbando como um doido.

Eles fizeram uma pausa ali, sentaram e conversaram um pouco. O cara foi ao banheiro e voltou meio estranho, ela disse que ele passou mal – eu tinha avisado pro filho da mãe se preparar, porque ela é insaciável, uma putinha que não para nunca. Deixei ele respirar um tempinho, kkk. Depois, ela deitou no sofá de ladinho, e ele se encaixou por trás, o que me deu uma visão perfeita do rosto dela. Aquela carinha linda, contorcida de prazer, me deixava louco de tesão. Eles transaram assim por uns minutos, os corpos se movimentando em sincronia, ela gemendo baixinho enquanto ele entrava e saía.

Mais uma pausa, e aí veio a melhor parte. Ele sentou no sofá, e ela subiu em cima, na posição de agachamento. Meu Deus, que visão fodida! Aquela bunda gigante subindo e descendo, engolindo a rola dele inteira sem nem piscar, gemendo a cada movimento. Ela se movia como uma profissional, o cu apertado e a buceta molhada trabalhando junto. Eu tava lá, no carro, com o pau babando de tanto prego, imaginando como seria sentir aquilo.

Finalmente, eles terminaram, se ajeitaram e conversaram mais um pouco. Ela se aproximou da câmera e disse que ia embora, desligaria o vídeo e pediria um Uber. Tínhamos combinado isso antes: ela sairia do apartamento, ele a acompanharia até o carro, e aí ela diria pro motorista que eu tava vindo buscar e pediria pra descer na esquina. Assim que ela entrou no meu carro, olhou pra mim com aquele sorriso vitorioso e perguntou: “E aí?” Eu virei pra ela e disse: “Tenho muito orgulho de você, foi incrível.” Agradeci pela ideia de ligar o vídeo, porque não estava nos planos – o cara não queria que eu estivesse envolvido, mas ela fez do jeito dela.

O tesão ainda explodia no ar. Eram super cedo, nem tinha dado uma da manhã, então eu falei: “Vamos pro Villa Country curtir?” Ela topou na hora, e saímos de Santo André direto pra lá. Chegamos no estacionamento, aquele mercado lotado que todo mundo conhece, e eu estacionei o carro. Quando ela foi descer, segurei o braço dela e disse: “Espera.” Levantei suas pernas, encostei ela na porta, abri bem aquelas coxas e tive a visão mais linda do mundo: aquela buceta rosada e inchada, com os lábios grandes e suculentos ainda molhados da noite. Eu caí de boca, chupando como se fosse uma fruta madura, sentindo o gosto doce e o cheiro gostoso que me deixa maluco. Fiquei uns dois minutos ali, lambendo tudo, mas tínhamos que curtir a noite e terminar num motel.

Foi uma noite de puta mãe, inesquecível. Não rolou mais nada com o cara, porque ele quer ela sozinha, e eu não topo assim. Mas escrevendo isso agora, lembrando de cada gemido, de cada enfiada, tô ficando todo excitado de novo. Talvez role um replay, mas da próxima, eu quero estar presente. Se você curtiu o conto, comente aí, porque ela também lê tudo e adora feedback. Sou novo nisso, mas espero que tenha te deixado com a mão na massa. Bj no rabo!

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