Conto erótico: Segurança e faxineira: sexo intenso na casa

Esse fato aconteceu há algum tempo, quando eu trabalhava como segurança na portaria de uma empresa. Tinha poucos funcionários e uma empresa terceirizada cuidava da limpeza. Eram três mulheres encarregadas de manter tudo limpo. Entre elas havia uma menina linda, parecia uma boneca de verdade. Pele bem clara, magra, rosto perfeito. Eu ficava olhando ela no pátio várias vezes. Algumas vezes ela vinha até meu setor e a gente conversava enquanto ela fazia o serviço. Assim fomos ficando amigos.

Numa dessas conversas ela me perguntou se eu era casado. Naquela época eu já tinha me divorciado e notei que ela ficou claramente feliz em saber. Mais tarde, quando passou de novo pelo meu setor, ela falou direto: “Vou te esperar na estação do metrô, você vai?” Me pegou de surpresa, mas confirmei que iria. Ela saía uma hora antes de mim. Achei que talvez não fosse esperar, mas mesmo assim fui.

Na plataforma não a vi de imediato. Paguei a passagem, entrei no trem e logo a avistei num banco. Assim que me viu, veio caminhando na minha direção. Descemos a escada que dava para a outra plataforma e, no meio do caminho, ela simplesmente puxou minha cabeça e meteu um beijão na minha boca. Depois que a surpresa passou, eu a abracei e ficamos nos beijando por alguns minutos. O corpo dela tremia inteiro. Ela encostou a cabeça no meu ombro, como se precisasse se recompor. Eu fiquei imaginando o que tinha levado ela a fazer aquilo. Então ela me contou que tinha duas filhas e que o pai não tinha assumido. Entendi na hora que ela estava precisando de ajuda, mas eu já tinha dois filhos e minhas próprias responsabilidades. Se assumisse algo com ela, seriam quatro crianças. Não dava.

Entramos no trem em direção à casa dela. Fomos conversando e nos beijando algumas vezes. Quando desembarcamos, ela me levou até lá, que ficava bem perto. No portão ela mandou eu entrar. Abriu a porta da casa e me beijou de novo, dizendo: “Eu estou muito carente, você me faz companhia?” Perguntei pelas filhas e ela respondeu que estavam com a mãe. Em seguida me beijou outra vez, correndo a mão direto no meu pau por cima da roupa, deixando claro o que queria.

Eu fiquei olhando aquela mulher tão frágil e pequeninha, eu com quase dois metros e cem quilos. Ela acariciava meu pau por cima do tecido. Abri o zíper, puxei a rola para fora e ela se abaixou sem hesitar, começando a chupar. Tentava engolir tudo, mas não conseguia. Se engasgava várias vezes, ficava sem ar, mas não parava. Quando se levantou, me beijou e falou: “Você é gigante, mas eu te quero assim mesmo.” Começou a tirar a roupa, deixando aquele corpinho de boneca completamente nu.

Eu estava quase explodindo de tesão. Tive que me controlar para não gozar enquanto ela punhetava meu pau e eu tirava a roupa. Nos abraçamos, minha rola encostando na barriga dela. Levei ela até o sofá, ela deitou abrindo as pernas e me puxou para cima. Apontei a cabeça da rola na buceta molhada e comecei a forçar devagar. Quando a cabeça entrou, ela soltou um gemido forte e segurou minha cintura, pedindo um tempo. Continuei devagar, sentindo ela me apertando por dentro. Fiquei olhando o rosto dela, que tinha uma expressão de dor misturada com vontade. Quando toquei no fundo do útero, ela falou baixo que eu tinha chegado lá.

Comecei o vai e vem sem forçar muito no começo. Ela gozou gemendo alto, dizendo que eu estava deixando ela toda aberta. Aumentei o ritmo e ela gozou de novo. Então ela pediu: “Pode botar tudo, eu aguento.” Forcei fundo, batendo no útero outra vez, e ela teve uma sequência de orgasmos, o corpo tremendo inteiro, a buceta apertando minha rola sem parar. Eu já estava no limite e avisei que ia gozar. Ela pediu na boca. Tirei a rola, enfiei na boca dela e soltei o primeiro jato forte. Ela engoliu tudo, limpando os lábios depois.

Quando terminou, ela se arrumou dizendo que precisava buscar as filhas. Eu fui embora. Alguns dias depois vi ela com outro cara da empresa. Não procurei mais nada, sabia que não tinha como ajudar, mas aqueles momentos de puta tesão valeram por tudo.

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