Conto erótico: Sonho de corno realizado

· 4 min de leitura·Explícito·Narrado por ele

Sempre fui um cara fissurado em ser corno, sonhando com uma esposa branquinha que me traísse com um negão bem dotado. Mas achar uma mulher que tope esse lance não é moleza. O negão eu já tinha por perto: Marcus, um cara negro, alto, forte, careca e discreto, que dividia o apartamento comigo. Enquanto navegava em grupos online, descobri a fantasia de ser uma putinha travestida, e isso só deixou meu lado beta ainda mais forte. Eu me vestia de menininha escondido dele, mas tava ficando cada vez mais afeminada, e era só uma questão de tempo até ele notar.

Um dia, Marcus chegou do trabalho mais cedo, e eu nem ouvi. Meu quarto estava com a porta aberta, e ele me pegou lá, montada num consolo preto enorme que eu deixei na cama. Não tinha como disfarçar. Fiquei morrendo de vergonha… até ver o volume enorme crescendo na calça dele. Nunca tinha visto o pau dele nu, mas ali era o momento. Nenhuma palavra foi trocada. Eu me ajoelhei na frente dele, abri o zíper e soltei aquela rola grossa e preta, caindo de boca no ato. A partir daí, Marcus me comia todos os dias. Eu era a fêmea dele, me sentindo cheia e esticada com aquele mastro dentro de mim.

Um dia, confessei a ele meu desejo real: ver uma esposa branquinha se acabando no cacetão dele. Mal terminei de falar, e o pau dele já estava endurecendo de novo. Não precisei perguntar – ele tava a fim. Embora eu tivesse desistido de procurar uma hot wife, Marcus me encorajou a continuar, dizendo que ele sairia ganhando com isso.

Uns dias depois, conheci Luna num app de paquera: uma loirinha safada, com fotos atrevidas e uma mente bem aberta. Começamos a namorar, e tentei introduzir o cuckold devagar, mas ela não curtiu logo de cara. Precisei ser mais esperto. Pedi a Marcus que desse em cima dela, pensando que o pior seria um não. Quando íamos pra minha casa, ele sempre aparecia sem camisa, sem cueca e com shorts folgados, marcando todo aquele pauzão. Luna ficava um pouco desconfortável no início, querendo me avisar, mas eu fingia que não via nada.

Com o tempo, ela foi se soltando e fazendo perguntas sobre Marcus, tipo se ele era solteiro ou o que. Eu sabia que vinho a deixava com tesão, então sugeri que a gente bebesse bem na hora em que ele chegaria do trabalho. Quando Marcus apareceu, Luna já estava soltinha, toda agitada. Estávamos assistindo a um filme, e assim que ele saiu do banho, ela se deitou de bruços no sofá, mostrando aquela raba redonda e gostosa.

Marcus percebeu o convite e se sentou no outro sofá. Luna se virou de barriga para cima, com a xota dela bem virada pra ele. “Amor, esse vinho me deixa com um fogo danado; pena que você não consegue apagar”, disse ela, nos pegando de surpresa. Depois de um silêncio tenso, respondi: “Pra esse fogo aí, só um negão mesmo, porque eu já te deixo na mão sóbrio, imagina agora.”

O pau de Marcus já estava duro como pedra, e apontei pro volume. “Negão, parece que você escondeu o controle remoto no short”, brincou Luna, rindo. Eu retruquei: “Exato, e eu quero trocar de canal. Vai lá pegar pra mim, amor.” Ela se levantou num pulo, e Marcus também ficou de pé, com a rola saltando. Luna se ajoelhou, baixou o short dele e viu aquele mastro negro e grosso pulando pra fora. “Amor, aquilo não era o controle – é o pauzão do seu amigo! Olha o tamanho disso, é o dobro do seu pintinho”, ela disse, admirando cada centímetro.

Aquele pau era tão lindo e imponente que dava vontade de ficar só olhando, mas Luna, igual a mim, queria ele dentro dela. Ela empurrou Marcus de volta pro sofá e se sentou em cima, engolindo aquela rola na buceta rosa e molhada. Meu sonho de corno finalmente se tornando realidade – não tem visão mais quente do que ver sua amada se empalando num pau negro. Luna rebolava com tudo, gemendo alto enquanto ele a enchia por completo, e eu sentia meu corpo tremendo de excitação.

Em poucos minutos, eu já tinha gozado só de assistir, mas Marcus continuou metendo forte, fazendo Luna gozar várias vezes como eu nunca consegui. Normalmente, depois de gozar, eu perdia o pique, mas ali, vendo ela cavalgando e gritando, meu pintinho endureceu de novo rapidinho. Eles trocaram de posições a noite toda: ela por cima, ele por trás, empurrando fundo no rabo ou na xota, até Luna desabar exausta.

Depois disso, ela virou propriedade dele de vez. Eu tava com medo de Luna descobrir que eu era uma cdzinha, especialmente com os consolos que eu guardava, mas a reação dela foi incrível. Ela pediu pra me ver montada e adorou. Hoje, eu e Luna somos as putas de Marcus: eu fico de perninhas abertas em casa, servindo ela e o negão, enquanto ele nos fode quando quer. Vida de submisso nunca foi tão boa.

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