Conto erótico: Aventura com a gata safada

· 4 min de leitura·Explícito·Narrado por ele
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Tudo começou quando a Gata, vou chamar assim pra não complicar, comprou o mercado bem na frente da minha casa. Na primeira vez que eu a vi, fiquei completamente paralisado – ela era uma visão de pecado, linda pra caralho, elegante, com curvas que faziam qualquer um babar, e o jeito que ela retribuiu meu olhar me mostrou que era safada pra valer. O marido dela era um babaca trabalhador, meio esquisito, que parecia tratar mal e ignorar aquela delícia de mulher: loira, com corpo falso magro, peitos siliconados e empinados, tatuagens espalhadas, e uns olhos e sorriso que deixavam qualquer um louco de tesão.

Os dias foram passando com trocas de olhares quentes, mas não passava disso, afinal, ela era casada e eu também, e o comércio dela ficava logo ali na minha rua. Depois de um tempo, eles venderam o lugar, e como eu tinha o contato dela – ela me passou depois de um roubo no estabelecimento, já que eu sou policial –, decidi mandar uma mensagem. Meu casamento estava uma merda na época, e pra minha surpresa, ela respondeu na hora, como se estivesse esperando. Começamos a conversar, e as trocas viraram uma delícia; nos tornamos amigos e confidentes, falando de tudo, especialmente das fantasias que nos deixavam excitados.

Uma semana depois da primeira mensagem, as coisas esquentaram de vez. Ela me enviou uma foto do rostinho de princesa e daquele par de tetas perfeitas, depois veio outra mais safada, tirada no banho, mostrando tudo molhado e convidativo. Não aguentei e chamei ela pra sair. Alguns dias se arrastaram até dar certo: ela mandou uma mensagem dizendo que o marido ia viajar depois do almoço e que queria me ver. Eu me arrumei rapidinho, tomei um banho, depilei o pau todo e fui pro lugar marcado.

Quando cheguei, mandei uma mensagem, e ela respondeu que estava a caminho. Logo apareceu, estacionou o carro na frente do meu e desceu, mais gostosa do que nunca. Vestia um vestido curto pra caralho, uns quinze centímetros acima do joelho, destacando aqueles peitos enormes e as coxas lisas e longas que eu queria chupar. Ela entrou no meu carro, me deu um selinho rápido, e eu, ainda incrédulo que aquilo era real, puxei ela pra um beijo de língua profunda, explorando aquela boca carnuda e quente. Entre um beijo e outro, as mãos começaram a trabalhar: eu apertava seus seios firmes, sentindo os mamilos endurecerem debaixo do tecido, enquanto ela massageava meu pau através da calça, me deixando duro como pedra.

Baixei a parte de cima do vestido e enfiei a boca nos seus peitos, chupando e mordiscando os bicos sensíveis, que pareciam queimar de desejo. Ela não perdeu tempo, tirou meu pau pra fora e começou a fazer uma punheta devagar, apertando a grossura com a mão firme. Enfiei a mão entre suas coxas, e caralho, estava tudo encharcado e quente como brasa. Meti um dedo na sua boceta úmida, senti os músculos apertarem em volta, e depois levei o dedo à boca, lambendo aquele sabor doce e salgado que me deixou louco. Ela gemeu alto, enlouquecida de tesão, afastou a calcinha pro lado e subiu em cima de mim.

Ajoelhou-se no banco, encaixou a cabecinha do meu pau – 19 centímetros de comprimento e 13 de grossura, uma verdadeira tora – na entrada da sua xana encharcada. Empurrou devagar, deu um gritinho quando a cabeça entrou, e depois deslizou tudo lá pra dentro, me fodendo com força. Aquela casada safada cavalgava como uma profissional, a boceta apertada e quente me sugando a cada movimento. Não demorou muito, gozei forte, enchendo aquela cona vermelha de porra quente. Ela desceu, abocanhou meu pau inteiro e chupou até a última gota, usando a língua mágica pra lamber tudo, me deixando pronto de novo num instante.

Subiu em mim outra vez e começou a cavalgar num ritmo selvagem, o corpo suado balançando enquanto gozava duas vezes seguidas no meu cacete, tremendo e gritando de prazer. Parecia que ela estava carente há meses, uma deusa louca por rola. Pedi pra ela ficar de quatro nos bancos da frente; ela obedeceu, abraçando os encostos de cabeça, empinando aquela raba redonda e convidativa. Eu a possuí de novo, metendo fundo na sua boceta apertada, sentindo o calor e a umidade me levarem ao limite. Jorrei mais porra dentro dela, e ela gozou junto, contraindo tudo em volta do meu pau.

Nos recompusemos rapidinho, e depois daquele primeiro encontro no carro, cheio de foda intensa e gemidos, nos tornamos amantes por um bom tempo. Essa foi só a primeira de muitas aventuras com a Gata.

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