Passaram semanas até que ela finalmente topou marcar o encontro. Ela deixou bem claro desde o começo: seria só num barzinho para bater um papo, se conhecer melhor, e talvez rolar uns beijos e amassos bem quentes na minha frente. Mas nada de transa de primeira, nada de enfiar a rola e foder logo de cara. Eu e o cara concordamos com tudo, sem objeções – afinal, o lance era curtir o clima e ver como as coisas fluíam.
Enquanto estávamos no carro, a caminho da casa dela, ela ficava trocando mensagens com ele, sendo honesta como sempre. Ela já sabia que ia deixar as coisas esquentarem um pouco, com uns toques safados e pegadas quentes, porque tinha gostado do jeito dele nas fotos e nas conversas. Mas, porra, o destino resolveu foder com a noite: justo no dia marcado, ela estava no auge da menstruação. Ela me perguntou se devia contar pro cara, e eu disse que sim – afinal, era só um encontro leve, com uns amassos e beijos molhados, e ninguém ia se importar com isso.
Ela mandou a mensagem, explicando a situação, mas pra nossa surpresa, o filho da puta cancelou na hora. Falou que era melhor remarcar por causa disso, mesmo sabendo que não ia rolar nada além de uns carinhos. Quando ela me contou no carro, voltando pra casa, ela ficou puta da vida, decepcionada pra caralho. “Esquece esse imbecil”, ela disse, jogando o celular no banco. Eu liguei pro cara e xinguei ele de tudo, chamando de moleque covarde e burro por desperdiçar uma chance assim. Mais tarde, ele tentou se desculpar, mas o tesão e o clima quente já tinham ido pro ralo. Ela não quis saber de mais nada naquele dia.
Depois disso, o lance do fetiche esfriou. Eu nem ousava mencionar de novo, com medo de estragar as coisas. Passamos dois anos só curtindo as nossas noites, saindo pra baladas na zona sul de São Paulo, onde ela adorava dançar e eu me divertia vendo os olhares dos outros caras naqueles corpinhos gostosos dela. Mas aí, num final de semana qualquer, quando eu cheguei na casa dela pra passarmos o tempo juntos, ela soltou: “Você não vai acreditar… Aquele cara me chamou hoje.”
Meu coração acelerou na hora. “O que ele disse?” perguntei, tentando disfarçar o tesão que voltava de repente. Ela contou que ele tinha mexido na agenda do celular, visto o nome dela e mandado uma mensagem esfarrapada, perguntando se ainda estava comigo. Eu ri por dentro, pensando que o cretino devia ter se arrependido amargamente de ter perdido uma gata como ela por pura infantilidade. “Você respondeu de boa?” eu quis saber. Ela deu de ombros: “Ah, amor, já faz tanto tempo… Eu até esqueci, mas você sabe que eu gostei dele na época.”
Prontamente, meu desejo antigo reacendeu. “Tá bom, eu não vou falar com ele de novo, mas você pode continuar a conversa”, eu disse, animado. E lá foram as trocas de fotos picantes, provocações safadas e mensagens quentes. Ela me mostrava tudo: as fotos dela de lingerie, o jeito que ele babava e pedia mais. Mas aí ele sugeriu que ela fosse sozinha, e eu surtei. “Você tá louca? Nem fodendo, eu gosto de ver tudo, de sentir o tesão de assistir você se entregando.”
Ela ficou chateada, me chamou de “corno de meia boca” e brigamos feio, o que fez ela parar de responder. Mas no final de semana seguinte, eu cedi. “Vai lá, eu deixo você ir”, eu disse. Seus olhos brilharam: “Você é louco mesmo? Mas eu vou, porque sei que você adora esse fetiche sujo.” Combinamos tudo às minhas custas – ela marcaria o barzinho em Santo André, perto do apartamento dele, e eu ficaria de longe, observando tudo sem que ele soubesse. Ela até mencionou que ele tinha convidado pra ir pro apê, beber algo e ver o cachorrinho dele, o que me deixou imaginando ela se jogando no sofá, as pernas abertas, a buceta latejando de desejo.
A semana passou voando, e aí chegou a sexta-feira. Estávamos na casa dela por volta das 17h, e ela se produziu toda, me deixando louco de tesão. A saia preta curta já estava no sofá, e ela vestiu uma calcinha vermelha de renda que abraçava perfeitamente aquelas curvas deliciosas, destacando a umidade entre as pernas. O celular dela apitava sem parar com mensagens do cara, perguntando onde ela estava e morrendo de ansiedade pra encontrar aquela rabuda gostosa. Eu fiquei ali, assistindo ela se arrumar, imaginando os beijos quentes, as mãos dele apertando aqueles peitos firmes, e o meu pau endurecendo só de pensar no que ia rolar. Finalmente, o jogo ia começar de verdade.