Conto erótico: Exibindo minha loira insaciável

· 4 min de leitura·Explícito·Narrado por ele
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Eu sou um cara de 49 anos, com 1,80m de altura, e tenho uma mulher que é puro fogo. Vamos chamá-la de Loira – uma delícia de 34 anos, com uma bunda enorme de 110cm, peitos médios e firmes que qualquer um babaria para apertar, toda depilada mostrando uma buceta com lábios suculentos e inchados de tesão, uma boca molhada e convidativa, e um sorriso que hipnotiza como o de uma princesa. Ela tem 1,60m, pele aveludada e docinha, que deixa um gosto adocicado na língua de quem a prova, e um rosto de anjo que a faz parecer ter só 24 anos. Eu adoro exibir essa putinha insaciável, que é toda minha.

Quando nos conhecemos, eu comecei a despejar na conversa todas as minhas fantasias doidas sobre casais liberais. Ela tinha acabado de sair de um casamento tóxico de 11 anos, com um babaca controlão que não deixava ela usar uma saia curta nem gozar direito. Eu, por outro lado, sempre fui louco por ver outros caras babando pela minha mulher, sonhando em compartilhar essa delícia. Nós morávamos a 70km um do outro, então ficávamos horas conversando no WhatsApp, construindo uma intimidade quente e suja. As mensagens picantes esquentavam rapidinho, com ela me contando seus desejos e eu pintando cenários onde caras com paus grossos a devoravam com os olhos.

Eu sempre fui fissurado em exibir a Loira, imaginar outros homens loucos para enfiar a rola nela enquanto eu assistia. Ela ouvia tudo sem reclamar, até achando normal, o que me deixava com a porra prestes a explodir. Fui me aprofundando: falei de levá-la a um restaurante onde ela tiraria a calcinha e colocaria na mesa, deixando todo mundo ver sua buceta depilada e molhada. Ela ria, excitada com a ideia, especialmente depois de anos presa em um relacionamento chato. Aí, soltei a bomba: casas de swing, onde veríamos casais se fodendo loucamente. Foi demais de uma vez – ela ficou muda por uns segundos, e eu pensei, “Porra, fudi tudo, perdi essa gata gostosa.” Mas ela respondeu, meio sem graça, que talvez não tivesse coragem ainda. Eu peguei leve dali em diante, sabendo que estava jogando um monte de merda nova na cabeça dela.

Pulei muita coisa da nossa evolução – vou contar isso em outros contos –, mas esse episódio, de uns dois meses atrás, me deixou com o coração a mil e o pau duro como pedra. A Loira é seletiva pra caralho; ela não topa qualquer babaca. Gosta de homens com conversa boa, que saibam tratar uma mulher e, claro, com uma rola grossa e dura pra encher sua boceta. Eu estava doido para ver algo acontecer, mas nada batia. Aí, entrei em um site de relacionamento e conversei com vários caras, filtrando pelo perfil dela. Minha ideia era engenhosa: ela trabalhava em um salão fazendo design de sobrancelhas, então arrumei um plano para um cara que se encaixasse perfeitamente marcar uma hora lá.

Encontrei o sujeito certo, expliquei tudo e implorei para ele não revelar que eu estava por trás. O plano: ele iria como cliente, flertaria e, quem sabe, pediria o contato dela. Meu coração batia forte só de imaginar – uma mistura louca de tesão, ciúmes e medo. O dia chegou, e eu fiquei agoniado, imaginando a cena: ele entrando no salão, a Loira atendendo com sua carinha de anjo, mas vestindo algo que destacava aqueles peitos deliciosos e a bunda redonda. Ela o recepcionaria profissionalmente, mas e se ele olhasse para ela com desejo, pensando em passar a mão naquela pele macia? Eu visualizei tudo: ele deitado na cadeira, ela inclinada sobre ele, seus peitos quase escapando da blusa, e ele fissurado naqueles lábios suculentos, sonhando em beijá-los enquanto imaginava sua buceta depilada.

Enquanto isso, eu estava em casa, com a mão no pau, me masturbando com a ideia de outro homem conquistando minha mulher. E se ele fosse bom o bastante para fazer ela sorrir daquele jeito hipnotizante? E se pedisse seu número e começasse a mandar mensagens picantes, descrevendo como queria lamber sua boceta até ela gozar? O pensamento me enlouquecia, me deixando com uma porra prestes a jorrar só de pensar no que poderia acontecer depois. Aquele dia foi um turbilhão de sensações – eu não sabia se estava louco ou genial, mas uma coisa era certa: ver minha Loira sendo desejada assim era o maior tesão da minha vida. E quem sabe o que viria a seguir?

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