Sempre fui louco por me vestir de roupas femininas. Desde novo, era o meu segredinho sujo, um prazer que eu curtia sozinho na frente do espelho, admirando o meu reflexo. Eu me via como uma garota fofinha, tipo uma japonesinha delicada, e isso me deixava todo excitado. Imaginava cara a cara como seria se algum homem me pegasse daquele jeito, com tesão puro e selvagem. Com o tempo, essa fantasia virou uma obsessão, e um dia, ao fuçar anúncios de acompanhantes na minha cidade, um deles me fisgou pela foto. Aquilo era o que eu precisava – uma experiência de verdade. Então, me preparei direitinho: comprei um conjunto de lingerie preta, com uma calcinha fio-dental bem apertadinha, uma camisola transparente e meias arrastão na altura das coxas. Finalmente, juntei coragem, marquei o encontro e fui em frente.
Me depilei todo, passei um creme hidratante no corpo para deixar a pele macia e joguei as roupas na mochila antes de sair. O lugar era num prédio em um bairro bem distante do meu, e quando cheguei, ele me recebeu e me levou para o quarto. Não curti muito a aparência dele – era baixinho, gordinho e devia ter uns 30 anos –, mas ignorei isso porque o que importava era o pau enorme que eu tinha visto na foto do anúncio. Eu sabia que ia ficar molhado só de pensar nisso. Pedi para ele me mostrar logo, mas ele disse para eu esperar e me apontou o banheiro, dizendo que precisava se arrumar primeiro. Perguntou se eu queria usá-lo antes, mas eu respondi que já estava limpinha e bem preparada. Aí, soltei a bomba: perguntei se ele se importaria se eu me vestisse como uma garota. Ele riu e disse que adoraria ver, mandando eu me sentir à vontade enquanto ele dava uma passada no banheiro.
Enquanto ele estava lá, eu me troquei rapidinho: vesti a lingerie, a camisola e as meias, me sentindo sexy pra caralho. Quando ele voltou, estava só de cueca, e o volume ali embaixo era impressionante. Ele me olhou de cima a baixo e ficou boquiaberto, dizendo que eu estava linda e que aquilo tinha deixado o pau dele duro como pedra. Fiquei um pouco sem graça, mas o elogio me aqueceu por dentro. Ele perguntou o que eu queria, e eu disse na hora: “Quero chupar esse troço antes de qualquer coisa.” Ele topou e baixou a cueca, revelando uma rola gigante e grossa, exatamente como na foto. Meu coração acelerou – eu não sabia se aquilo ia caber no meu cuzinho, já que nunca tinha tentado nada tão grande. Coloquei uma camisinha no cacete dele e me joguei, lambendo e sugando devagar, ainda um pouco nervoso, enquanto ele lubrificava meu rabinho com os dedos, me preparando.
Pedi para ele não tirar minha calcinha, queria esconder o meu pauzinho, então ele só puxou o tecido para o lado, me deixando exposta do jeito certo. Depois de um tempo chupando, ele mandou eu ficar de quatro na cama, e eu obedeci, rindo nervosamente. Avisei para ir com calma, afinal era a minha primeira vez de verdade, e ele estava tão excitado que eu temi que me arrombasse logo de cara. Ele tentou enfiar, forçando devagar, mas eu estava tenso demais, o cuzinho apertado não cedia. “Tá difícil, bebê”, ele disse, e mudou de ideia: “Senta em mim.” Me posicionei de costas para ele, me abaixando com cuidado no meio daquela rola lubrificada. A sensação foi intensa – doía que doía, mas era um tipo de dor que me enlouquecia de tesão. Gemi alto quando começou a entrar, e ele me agarrou pela cintura, incentivando: “Vai, não para agora.” Eu insisti, sentindo aquele pau enorme me rasgando, abrindo o meu rabinho até o talo. Quando finalmente coube tudo, parei um instante para me acostumar, o corpo tremendo de prazer misturado com ardência.
Aí, comecei a rebolar, subindo e descendo devagar, cavalgando como sempre sonhei. Meu cuzinho cedia mais a cada movimento, e eu me sentia uma putinha selvagem, gemendo sem parar. Ele me segurava firme, me guiando, até que mandou eu voltar para a posição de quatro. Obedeci na hora, e aí ele me fodeu de verdade – metia forte, puxando meu quadril para trás, me fazendo sentir como uma cadela no cio, totalmente dominada por aquele homem bem dotado. Era incrível ser possuída assim, como se eu fosse uma mulher de verdade, com o pau dele socando fundo no meu rabinho. Depois de me comer daquele jeito, ele me virou de ladinho, continuando a enfiar com força enquanto beijava o meu pescoço, me deixando toda arrepiada.
Ele gozou forte, parou para recuperar o fôlego e trocou a camisinha. Então, me ordenou para chupar de novo, e eu lambi aquele pinto enorme até ele endurecer outra vez, saboreando o gosto e o cheiro. Em seguida, ele se sentou na cama e me puxou para sentar sobre ele, me agarrando por trás enquanto eu descia no caralho dele. Gozei intensamente nessa posição, o corpo todo sacudindo, mas ele ainda não tinha terminado. Perguntou se eu ia deixá-lo na mão, e eu disse que não aguentava mais no cuzinho – tinha um pouquinho de sangue quando ele trocou a camisinha, e eu estava sensível pra caralho. Então, voltei a chupar com tudo, sugando até ele explodir de novo, enchendo a camisinha.
Depois, fui pagar, mas ele fez uma proposta: esquece o dinheiro se eu voltar mais vezes. Recusei, paguei o que devia e não dei meu contato, só disse que talvez procurasse ele de novo – mas nunca rolou. Aquela foi a minha única aventura como putinha por anos, até que o Sexlog apareceu e abriu as portas para mais safadezas.