Conto erótico: Minha primeira vez com homem

· 5 min de leitura·Explícito·Narrado por ele

Eu sempre fui louco de curiosidade pra saber como é transar com um cara, mas guardei isso bem escondido. Sou casado, e ninguém além de mim sabia desse desejo secreto. Até que, esse ano, conheci um cara na internet. Chamemos ele de Marco. A gente conversava sobre putaria, e eu abria o jogo: contava que queria me entregar pra um macho, me vestir de putinha e deixar ele me usar do jeito que quisesse, só pra satisfazer sua vontade. Ele ficava doido com isso, me bombardeando de perguntas, e eu, explicando tudo, ia ficando cada vez mais excitado, com o pau endurecendo só de imaginar.

No fim, cedi ao convite dele pra um encontro. Fiquei rolando mil pensamentos na cabeça – os riscos, o que podia dar errado –, mas o tesão era tão forte que eu não resisti. Era uma loucura impulsiva, puro fogo no rabo. Mandei um e-mail pra ele já dentro do carro, e combinamos de nos encontrar num bar. Chegando lá, ele me reconheceu na hora. Não ficamos nem pra uma cerveja; eu tava ansioso demais, com medo de mudar de ideia. Fomos direto pro carro dele, e enquanto dirigia, ele não tirava os olhos das minhas pernas. De repente, sua mão subiu pela minha coxa esquerda, me deixando todo arrepiado. Dentro daquele carro, preso no cinto, eu me sentia vulnerável, como se estivesse num sonho surreal.

Chegamos no motel, pedimos uma cerveja e ficamos batendo papo pra quebrar o gelo. O lugar era típico, com aquela decoração vagabunda que até me fez rir um pouco. Com a cerveja descendo, eu relaxei, me soltei. Depois, fui tomar uma chuveirada quente, lavando fora o nervosismo. Saí do banho e lá estava ele, na banheira de hidromassagem gigante, me convidando pra entrar. Sentei e fiquei encarando aquele homem bonito, grisalho, com olhos que me devoravam. Ele se aproximou, deslizou a mão por baixo da minha perna e foi direto pra minha bunda, apertando e massageando. Eu me abri, ajustando as pernas pra facilitar, sentindo o calor subir enquanto ele roçava os dedos nas minhas coxas e, porra, no meu cuzinho. Seus braços fortes me deixavam fraco, e quando o dedo dele começou a cutucar meu buraco, eu me tensei um pouco, mas era tão gostoso que relaxei.

Aí, não resisti: queria sentir o pau dele na minha mão. Peguei aquele troço lindo, grosso e duro, pela primeira vez tocando o pau de outro cara. Passei as mãos pelas suas coxas peludas, no saco cheio, apertando suas bolas. Ele sugeriu ir pra cama, e eu topei. Ele se enxugou e deitou, mas eu tinha uma surpresa. Fui pro banheiro, me vesti todinho: calcinha preta, sutiã, seios postiços, meia-calça, um vestidinho sensual, peruca e salto alto. Pedi pra ele deixar o quarto com pouca luz e saí. Ele sorriu surpreso e me chamou. Sentei na beira da cama, e ele perguntou se eu queria chupar seu pau. Me aproximei, inalando o cheiro quente dele, e enfiei tudo na boca. Aquela rola grossa enchia minha garganta, e eu chupava com fome, lambendo as bolas enquanto masturbava o resto com a mão.

Ele ligou uma música, e eu comecei a dançar na frente dele, balançando o corpo enquanto ele me olhava como se fosse me devorar. Ele se levantou, encostou em mim, passando as mãos pela minha bunda, pelos peitos falsos, me deixando louco de tesão. Então, mandou eu ficar de quatro na cama. Obedeci na hora. Ele levantou meu vestido, baixou a meia-calça e a calcinha, deixando meu cuzinho completamente exposto. Eu tremia quando ele lambeu meu buraco, segurando minhas nádegas e abrindo tudo com força. Sua língua estocava lá dentro, me deixando num transe molhado, com o corpo todo úmido e sensível. Depois, pegou lubrificante, espalhou no meu reguinho e começou a enfiar os dedos: um, dois, três, girando e esticando, me preparando pro que viria.

Ele ergueu meu quadril, me posicionando de quatro com a bunda no ar, e vestiu uma camisinha. Vindo por trás, empurrou seu pau duro devagar, porque era gigante e doía pra caralho. Eu enfiei o rosto no travesseiro, gemendo enquanto ele ia fundo. As sensações eram intensas – o calor, a pressão, o jeito que ele bombeava cada vez mais forte. “Seu cuzinho é tão gostoso e quentinho”, ele sussurrava, me comendo violentamente. Depois, me virou de frente, abriu minhas pernas e deitou sobre mim, nosso suor se misturando. Seu pau batia na minha bunda, e ele perguntou no meu ouvido se eu tava gostando de ser sua fêmea. Eu balbuciei um sim, completamente hipnotizado.

Ele me posicionou como um franguinho assado, levantando minhas pernas nos ombros e enfiando os dedos no meu cuzinho enquanto segurava tudo com uma mão. Aquela vara grossa invadiu de novo, me preenchindo totalmente. Eu pedia pra ele ir mais devagar, mas ele ralava meu buraco até eu implorar por mais. Finalmente, mandei ele deitar na cama. Eu tirei o vestido, vesti uma blusa transparente sobre a lingerie e subi em cima dele. Peguei seu pau duro como pedra, o masturbei e chupei com tudo, lambendo a cabecinha em círculos antes de engolir o mastro inteiro.

Mas aí veio a surpresa: tirei um par de algemas da bolsa e prendi ele na cama. Agora, ele tava à minha mercê. Subi em pé na cama, virei meu cuzinho pra sua cara e me abaixei, deixando ele lamber meu buraco enquanto eu mamava seu pau. Tudo ensopado, língua e saliva por todo lado. Depois, segurei suas pernas e me encaixei no seu pau, sentindo ele entrar devagar no meu cuzinho. Comecei a cavalgar, movimentos fortes e circulares, o pau enchendo meu rabo completamente. Virei de frente pra ele, os seios postiços balançando, e acelerei, querendo sentir seu leite quente dentro de mim. Ele uivava de prazer quando gozou, e eu me senti rasgada, mas feliz pra caralho.

Soltei as algemas, peguei ele pela mão e fomos pro chuveiro. Ensaboei seu corpo todo, lavei cada canto e, claro, chupei seu pau mais uma vez. Nos despedimos, mas eu sabia que aquilo era só o começo. Tinha sido a primeira de muitas putarias com meu macho.

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