Tinha uma namorada com quem fiquei cinco anos. Toda vez que colocávamos um pornô de gang bang, ela ficava completamente louca de tesão, rebolando no sofá, apertando as próprias coxas e pedindo pra eu tocar nela enquanto assistia. Eu adoro ver mulher gozando de verdade, então resolvi entrar num site de relacionamentos liberais. Acabamos num grupo de WhatsApp e, depois de algumas conversas, marcamos de ir a uma resenha na casa de um casal.
Quando chegamos, tinha uns seis casais. Assim que entramos no ambiente, notei os maridos olhando pra ela com cara de quem queria devorar. Ela percebeu também. É difícil não notar: mulata, cabelos cacheados até a cintura, olhos esverdeados, peitos fartos que balançam a cada passo, cintura fina e uma bunda empinada que parece implorar pra ser agarrada. Aquela carinha de safada completava o pacote. As esposas logo sentiram o clima e o ciúme ficou no ar.
Depois de uns drinques e papo solto, rolou uma afinidade com um casal. Subimos pro quarto com o marido, mas a esposa dele ficou embaixo e liberou ele pra gente. Assim que a porta se fechou, ela já estava de joelhos, chupando as duas rolas sem frescura. Eu sabia que ela queria mais, muito mais. Deixei a porta encostada de propósito.
Não demorou pra outros maridos aparecerem, sem as esposas. Talvez por ciúme, talvez por curiosidade. Quando ela viu os caras chegando, chamou todo mundo com o olhar. Um por um eles entraram, e ela foi passando de rola em rola, engolindo fundo, babando, gemendo enquanto chupava. Em pouco tempo eram seis homens ao redor dela, só esperando a vez.
O que rolou depois foi puro sexo. Ela foi fudida sem parar. Dois caras meteram na buceta dela ao mesmo tempo, esticando tudo, fazendo ela gritar de prazer enquanto o pau escorregava junto com o outro. Levaram ela de quatro, de lado, sentada, em pé. Um marcava o cuzinho, outro enfiava fundo na garganta, ela engasgando e pedindo mais. A buceta dela ficava escorrendo, inchada, latejando toda vez que trocavam de posição. Os gemidos dela enchiam o quarto, misturados com o som molhado de porra e saliva.
Quando viu que a gente já estava quase acabando, ela pediu com aquela voz manhosa: queria banho de porra na cara e nos peitos. A gente formou um círculo em volta dela. Ela ficou de joelhos, língua pra fora, segurando os próprios peitos grossos. Um por um gozamos, jatos grossos acertando o rosto, escorrendo pelo queixo, pingando nos mamilos escuros. Ela ficou toda melada, esfregando a porra na pele enquanto ainda gemia.
A fantasia dela aconteceu exatamente como ela queria. E eu só assisti, satisfeito em ver minha mulher sendo usada por seis homens ao mesmo tempo.