Conto erótico: Transando com professor na faculdade

Podem me chamar de Bru. Tenho 23 anos, 1,65m, faço crossfit e levo uma vida saudável, mas carrego um lado que escondo de todo mundo. Desde nova, sou completamente depravada, parece que algo me toma por dentro. Quando vejo um homem que me desperta vontade, meu corpo inteiro começa a formigar, eu fantasio sem parar e chega um ponto em que não consigo mais me segurar.

Na escola eu sempre fui discreta. Ficava molhada quando os garotos me chamavam de gostosa e pediam pra ficar comigo, mas, com medo de virar fofoca, fingia ficar brava e não dava moral. Minha família era superprotetora, então nunca tive chance de realizar nada. Tudo mudou na faculdade. Na primeira aula, o professor pediu que cada um se apresentasse. Quando cheguei minha vez, notei vários olhares masculinos me comendo com os olhos, trocando sorrisos safados entre si. Mas quem me chamou mesmo a atenção foi o professor Thiago. Alto, atlético, barba por fazer, e o volume marcando forte na calça jeans. Meu olhar desceu direto para aquilo e senti o tesão subir na hora.

Depois de passar o programa da matéria, ele convidou a turma pra um pub do lado da universidade. Eu não sou boa de puxar assunto, então fiquei mais afastada. Foi quando Thiago apareceu com um sorriso e perguntou se eu bebia. Respondi que sim. Ele me puxou pra mesa com outros professores e alunos. A cerveja foi descendo, todo mundo ficou mais solto, as pessoas começaram a cair fora. Quando agradeci e me levantei pra ir embora, ele perguntou onde eu morava e se ofereceu pra me acompanhar, já que era tarde. Eu aceitei na hora.

Caminhamos abraçados, a mão dele firme na minha cintura. Eu sentia o bíceps duro nas minhas costas e minha buceta já latejava, quente e encharcada. Na frente da minha kitnet, eu fingi que não conseguia abrir a porta. Ele abriu pra mim e, no mesmo instante, eu tropecei de propósito no tapete. Ele me segurou pela cintura e eu aproveitei pra esfregar meu rabo devagar contra o pau dele. Estava meia-bomba, mas já dava pra sentir o tamanho. Meu corpo tremeu inteiro.

Eu agradeci, chamei ele de cavalheiro e fechei a porta. Inventei que tinha começado a chover pra ele não ir embora. Fui pegar vinho na geladeira, sentei do lado dele no sofá e coloquei um filme de terror que ele indicou. A cada susto eu me jogava contra ele. Meu braço foi descendo até a coxa. Quando senti o pau dele crescer por baixo da calça, não aguentei mais. Olhei nos olhos dele e beijei. Coloquei a mão por cima da rola grossa e apertei. Thiago gemeu baixo, agarrou meu pescoço e me beijou com fome, como se quisesse me devorar.

Fiquei de joelhos, abri a calça dele e tirei tudo. A cueca branca mal segurava aquela rola enorme, veias saltadas, cabeça rosada já brilhando de lubrificação. Eu subi no colo dele, beijei o pescoço, desci lambendo até chegar na cueca. Quando tirei, o pau pulou duro, grande pra caralho, sem nenhum pelo. Segurei com as duas mãos e ainda sobrou. Comecei lambendo o saco, subindo devagar até a cabeça, chupando só a glande primeiro, depois engolindo o que conseguia. Minha boca estava cheia, baba escorrendo pelo pau. Ele segurava meu cabelo e gemia.

De repente ele me levantou, me jogou no sofá, puxou minha calça e calcinha pro lado e enterrou a cara na minha buceta. A barba raspando na virilha, a língua grossa entrando fundo, me chupando como se estivesse com sede. Eu gemia alto, segurava a cabeça dele, sentia que ia gozar ali mesmo. Tirei ele de lá, beijei de novo e segurei o pau, tentando enfiar. Ele segurou minhas pernas, abriu tudo e começou a enfiar devagar.

Entrou devagarinho, esticando tudo. Eu sentia cada centímetro preenchendo, latejando dentro de mim. Quando encaixou até o fundo, o saco dele encostou na minha bunda. Ele começou a meter devagar, olhando nos meus olhos, a rola batendo fundo. A dor passou rápido e virou um prazer louco. Meus quadris tremiam, eu gemia sem parar. Não demorou muito. Quando ele tirou pra gozar, eu desci, engoli o pau inteiro e ele explodiu na minha garganta. Jatos grossos, quentes, direto pro estômago. Eu engoli tudo, lambi até limpar, sem deixar cair uma gota.

Ficamos ofegantes no sofá. Depois levantei e levei ele pro banho. Debaixo da água ele me abraçou por trás, o pau já endurecendo de novo. Me encostou na parede e enfiou de uma vez. Eu gritei com o tapa da entrada, mas logo estava rebolando contra ele. Dessa vez ele demorou. Me fodia com força, segurando meus braços. Eu mal conseguia ficar em pé. Quando senti que ele ia gozar de novo, peguei um pouco de óleo de coco, passei no cuzinho e pedi pra ele meter ali também. Doeu pra caralho no começo, mas depois que entrou foi uma sensação insana. Ele me arrombou devagar, depois acelerou, socando fundo. Eu sentia o pau dele pulsando, me enchendo toda. Quando gozou dentro, eu quase caí de fraqueza. O pau saiu limpo e eu sorri aliviada.

Caímos na cama já quase amanhecendo. Dormimos juntos. Depois disso nos encontramos várias vezes, sempre com cuidado. Até hoje trocamos nudes.

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