Eu estava no meio da multidão, assistindo você no palco com sua banda, tocando aquela guitarra como se fosse uma extensão do seu corpo. Seus olhos fechados no refrão final, entregue ao som e à vibração do público – mas eu? Eu só fixava em você. A forma como seus dedos escorregavam pelas cordas, a concentração no seu rosto, o suor escorrendo pela lateral do pescoço… puta merda, minha buceta já estava ensopada só de olhar.
Assim que a última nota ecoou e os aplausos explodiram, você desceu do palco e passou bem ao meu lado. Eu peguei sua mão de leve, beijei o canto da sua boca quente e úmida, e enfiei um papel dobrado na sua palma sem dizer nada. Nele, só o endereço e uma frase curta: “Estarei lá em uma hora. Alameda dos Aicás, 1287 - Indianópolis, São Paulo - SP, 04086-003, Brasil.”
Uma hora depois, você apareceu naquela balada underground. Luzes vermelhas piscando, corpos nus se mexendo por todo lado, salas cheias de gemidos abafados e cheiro de sexo no ar. Você caminhou entre os espaços até me encontrar. Eu estava deitada num sofá grande, completamente pelada, pernas bem abertas e a cabeça jogada no encosto, me entregando ao momento. Uma gata linda, com pele macia e um olhar faminto, estava lá lambendo meu clitóris com uma precisão que me fazia tremer. Ao mesmo tempo, um cara forte me segurava pelos cabelos, mordendo minha nuca e enfiando os dedos fundo na minha boceta, me preparando para mais.
Você parou ali, paralisado, tesão puro nos olhos, hipnotizado pelo espetáculo. Nossos olhares se cruzaram, e eu sorri com malícia, acenando com o dedo: “Vem cá”. Você veio na hora. A mulher se afastou um pouco, abrindo espaço entre minhas pernas e te puxando com o olhar. O homem me virou de lado, segurando minhas coxas com força, e você se ajoelhou, colando a boca na minha. Me lambeu com fome, a língua explorando meu clitóris inchado, me fazendo arquear as costas e gemer alto, como se estivesse explodindo.
Enquanto isso, a mulher te beijava e me tocava, seus seios duros e quentes roçando nos meus, me enlouquecendo ainda mais. Você subiu por cima de mim, agarrou minha cintura com as mãos firmes e me penetrou de uma vez, fundo e forte, a rola grossa preenchendo minha boceta toda. Eu gemi alto, jogando a cabeça para trás, sentindo cada centímetro latejando dentro de mim. A mulher se posicionou atrás de você, mordendo seu ombro e incentivando cada empurrada, enquanto o homem se ajoelhava ao meu lado, enfiando a língua na minha boca para eu morder.
Eram três bocas e seis mãos por todo o meu corpo – me tocando, me provando, me adorando como se eu fosse o prêmio. Você me fodia com tudo, metendo forte e olhando nos meus olhos, a respiração pesada no meu ouvido. Senti sua mão apertando minha garganta, o corpo colado ao meu, e ainda assim, tinha mais: dedos extras me penetrando junto com a sua rola, a língua da mulher cutucando meu cu, minhas mãos puxando cabelos, arranhando costas e apertando bundas firmes.
Eu gozei gritando, uma vez, depois outra, e mais uma, a porra jorrando em você, no rosto da mulher, na boca do homem. E você? Você gozou fundo dentro de mim, com um gemido rouco, me chamando de safada, de delícia, de putinha sua. Naquela noite, eu fui o centro do seu tesão mais sujo, sem nenhum pudor. Você me viu ali, selvagem e exposta, e me teve de todas as formas – a garota que se entrega, que adora ser o show para quem sabe apreciar. No sofá vermelho, sob aquelas luzes baixas e os gemidos ecoando, você se perdeu naquilo tudo, feliz pra caralho por me ver assim, por me ter assim, por ser parte daquela orgia selvagem.