Fui ao mercado umas nove da noite, na semana, pra comprar uns pães de hambúrguer. Estacionei o carro e, logo do lado, parou uma mulher de uns trinta e cinco anos, vestida com um vestido solto, sem sutiã. Eu tinha uns vinte e seis na época, de bermuda de futebol e camiseta folgada. Quando desci, percebi que ela me olhava de canto, mas não dei bola no começo.
Dentro do mercado, toda vez que eu virava num corredor, lá estava ela de frente, sorrindo de um jeito que já não era mais disfarce. Fiz a compra, fui pro caixa e ela tava na fila ao lado, me olhando com um sorrisinho safado que deixou claro o que ela queria. Saí pro estacionamento e, quando cheguei no carro, vi ela me dando sinal pra seguir.
Fiquei com um pé atrás, pensando em assalto, mas a curiosidade ganhou. Segui devagar até a rua de trás do mercado, que é bem escura. Ela parou o carro, olhei em volta, não tinha ninguém. Desci e encostei na porta dela. Ela abriu o vidro sem dizer nada, enfiou a mão direto no meu short e agarrou meu cacete já duro pra caralho.
Num segundo tirou pra fora, passou a língua devagar na cabeça, limpando toda a baba que já escorria. Depois abriu a boca e chupou só a cabeça, passando a língua por baixo, sugando leve. Eu fiquei ali, duro pra porra, sentindo a boca quente dela me engolindo devagar. Depois de uns minutos não aguentei e comecei a foder a boca dela como se fosse uma buceta molhada. Ela engolia tudo, babava pra fora, engasgava e puxava um pouco pra respirar, mas logo voltava, chupando gulosa, parecendo que fazia tempo que não chupava um pau.
Eu segurava a cabeça dela, metendo fundo na garganta, sentindo ela engolir e babar no meu pau inteiro. Quando senti que ia gozar, avisei e ela só apertou mais a boca. Joguei tudo dentro, porra quente jorrando, enchendo a boca dela enquanto eu continuava fodendo os lábios dela até tirar o último pingo. Ela engoliu tudo, lambeu o cacete limpo, sugando até não sobrar mais nada. Subi o short, ela fechou o vidro e foi embora. Nunca mais vi ela no mercado nem na região.
Parece coisa de conto, mas aconteceu de verdade. Desde aquele dia fico pensando nisso e desejando que repetisse.