Há algum tempo comecei a namorar uma novinha de 21 anos. Eu tinha 40. Ela morava em Belo Horizonte com a avó e a gente se via uma vez por mês, ou eu ia até lá ou ela vinha pra Brasília. Num desses finais de semana em que ela estava aqui, fui deixá-la na rodoviária. Quando voltei pra casa, pra minha surpresa, estava a mãe dela me esperando na porta. Ela mora em Brasília, é casada, loira, 36 anos e uma delícia de corpo. Muito mais gostosa que a filha. Chegou direto ao ponto: “Quero transar com você”. Do lado dela tinha um cara, um que comia ela de vez em quando, daqueles que o marido sabia que era corno e aceitava, mesmo reclamando.
Titubeei por uns segundos, mas abri a porta e entramos. Mal demos dois passos e ela já estava abrindo meu cinto, puxando minha calça pra baixo e soltando meu pau. Caiu de boca ali mesmo, no meio da sala, sem nem chegar no quarto. Eu me deitei no sofá e ela tirou o resto da minha roupa, segurando minha rola com as duas mãos e enfiando tudo na boca, chupando com vontade, babando bastante. O cara ficou só olhando de longe, comentando que adorava ver ela engolindo pau.
Depois ele se aproximou, tirou a roupa e se ajoelhou do meu lado. Antes que eu percebesse, ele também estava chupando meu pau junto com ela. Eu pensei em parar, mas a boca quente dos dois me deixando duro pra caralho me fez mudar de ideia. Se ele queria chupar, que chupasse. A mulher tirou a roupa, se posicionou de quatro no sofá e o cara me chamou pra meter nela. Eu entrei com força, segurando a cintura dela, metendo fundo enquanto xingava: “Safada do caralho”. Ela gemia alto, rebolando pra trás. O cara colocou o pau na boca dela e ela começou a chupar ele enquanto eu fodia sua buceta molhada.
Ela pediu tapas na bunda. Eu comecei a bater, cada vez mais forte, chamando ela de puta vagabunda, e ela pedia mais. O pau do cara ia e voltava na garganta dela enquanto eu metia sem parar. Quando senti que ia gozar, avisei. Ela virou rápido, abriu a boca, e o cara se juntou a ela. Gozei na boca dos dois, porra grossa escorrendo dos lábios enquanto eles dividiam tudo, lambendo um do outro.
Logo depois eles se vestiram e foram embora. Ela voltou outras vezes, às vezes com amigas, mas nunca mais vi aquele cara.