Conto erótico: Lembrança quente em foz do iguaçu

· 3 min de leitura·Explícito·Narrado por ele
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Lembro como se fosse ontem daquela primeira vez em Foz do Iguaçu, há uns 30 anos. Eu tinha visto o perfil desse cara em uma revista chamada Private e pensei: “Por que não tentar? Pode rolar algo quente.” Marcamos de nos encontrar para ver no que dava. Ele apareceu com sua pasta da Positivo, todo profissional, e passou bem onde eu estava esperando. Ele tinha dito que, se eu gostasse, se apresentaria. E eu adorei o Alex – era esse o nome dele, um professor de 40 anos, eu com meus 25, cheio de tesão e curiosidade.

Fui até ele, me apresentei e fomos para uma lanchonete conversar sobre besteiras, tipo filmes e trabalho, só para quebrar o gelo. Mas o Alex não perdeu tempo. Ele me puxou para mais perto, apertou meu corpo contra o dele e, sem cerimônia, colocou minha mão no volume enorme por cima da calça social que vestia. Aquela protuberância grossa e dura me deixou louco, sabe? Quem já sentiu isso entende: é impossível resistir. Perguntei o que ele queria fazer, e ele sorriu, todo safado, enquanto eu sentia o calor ali embaixo. “Quero te mostrar tudo”, ele disse, e eu respondi na hora: “Quero conhecer melhor esse pau.”

Pegamos um táxi e fomos para o apartamento dele, que ficava pertinho. Assim que entramos, ele me abraçou por trás, os braços fortes envolvendo minha cintura, e começou a beijar meu pescoço. Meus pelos se arrepiaram inteiros, uma corrente de desejo correndo pela espinha. “Você vai viciar nesse meu pau”, ele sussurrou no meu ouvido, e eu já estava derretendo. Ele me virou de frente e me deu o primeiro beijo de língua, daqueles molhados e safados, como se quisesse devorar minha boca. Eu respondi com tudo, nossas línguas se enrolando, o gosto salgado dele me deixando ainda mais excitado.

Rápido, ele tirou minha roupa, me deixando nu e vulnerável, o pau dele ainda preso na calça, mas latejando. Eu estava louco de tesão, o coração acelerando. Ele abriu o zíper e me ofereceu seu pau: grosso como um tronco, não muito comprido, mas perfeito para encher. Eu me ajoelhei e comecei a chupar, sentindo o sabor salgado e a textura venosa na minha boca. Lambeu os meus lábios inchados enquanto eu sugava, gemendo alto.

Ele parou e disse: “Vai lá no banheiro lavar esse cuzinho direito, porque eu vou te foder gostoso.” Ele me ensinou como usar a mangueirinha para encher e limpar tudo, e eu obedeci, o frio da água me fazendo tremer de antecipação. Sabia que ele adorava lamber o cu, então me certifiquei de que estivesse impecável. Voltei para o quarto, e ele me jogou na cama, me fazendo chupar mais um pouco daquele pauzão, enquanto ele lambia meu cuzinho com fome, a língua quente e úmida cutucando o buraco, me fazendo piscar de desejo.

Depois, ele pegou um monte de gel lubrificante e espalhou no meu cu e no pau dele. “Vai devagar, mas vai fundo”, ele murmurou, e começou a empurrar a tora grossa aos poucos. Doeu no início, queimação forte me fazendo gemer, mas ele era bom nisso – me abriu com paciência, rolando os quadris, até que enfiei tudo dentro. Senti cada centímetro preenchendo meu cuzinho, a dor virando um prazer insano que me fez gozar forte, sementinha jorrando enquanto ele socava mais fundo. Nós transamos loucamente, ele me virando em posições diferentes, me fudendo até eu perder a noção do tempo. Gozamos tanto naquela noite, e repetimos aqueles encontros safados várias vezes depois.

Agora, depois de tanto tempo, topei com essa lembrança e fiquei com uma saudade danada. Quero encontrar alguém para fazer tudo isso de novo – chupar um pau grosso, levar uma foda no cu que me deixe tremendo, e gozar até não aguentar mais. Alguém que saiba me viciar como ele soube.

Conto adulto em áudio:

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