Depois daquela primeira vez que meu primo enfiou o pau no meu cu, eu virei um viciado em sexo. Dos 18 aos 20 anos, eu só rolava com ele, mas quando fiz 21 e mudei de bairro, ficamos longe demais. Precisei arrumar alguém por perto pra saciar minha fome. Foi aí que cruzei com um cara maduro, uns 40 anos, que morava sozinho numa quitinete na rua de trás. Ele era um coroa gente boa, educado e até charmoso pra idade. Eu sempre gostava de voar pipa na frente da casa dele, porque algo naquele homem me atraía feito ímã.
Todo dia que eu aparecia lá, ele parava o que estava fazendo e a gente batia um papo. Um dia, morrendo de sede, pedi um copo d’água. Ele me chamou pra entrar, e eu fui direto pra cozinha. O lugar era arrumadinho, convidativo. A conversa começou leve, mas logo pegou fogo, ficando toda safada. De repente, ele soltou: “Você curte um carinho diferente, né? Algo bem masculino.” Eu acenei com a cabeça, concordando na hora. Ele se aproximou, pousou a mão no meu ombro e disse: “Podíamos ser bons amigos. O que acha?” Eu respondi que sim, e aí ele passou a mão nas minhas costas, me fazendo tremer inteiro.
Meu cu começou a pulsar louco, fazia tempo que eu não sentia um pau enchendo ele. O coroa, experiente que era, percebeu minha agitação. Ele agarrou meu rosto, me beijou forte na boca, e meu coração disparou, as pernas bambas. Eu sabia que ia rolar: ele ia me foder gostoso. Até então, só meu primo tinha metido no meu rabo, e agora esse homem feito ia ser o segundo. Pensei: “Como será a rola dele?” Enquanto a gente se beijava, ele puxou o pau pra fora e guiou minha mão até ele. Sem nem olhar, senti que era bem maior e mais grosso que o do meu primo. Dei um arrepio de medo misturado com tesão, mas tava decidido a ir até o fim.
Ele parou o beijo, e eu me ajoelhei, enfiei aquele pau enorme na boca e comecei a chupar com tudo. Era tão diferente do outro – mais grosso, mais venoso, enchendo minha garganta. Depois de uns minutos, ele me levantou, tirou minha roupa toda e me deixou pelado. Pegou um pote de creme, untou minha bunda inteira e o pau dele. Mandou eu ficar de quatro no chão e começou a forçar a entrada no meu cu. Mesmo já tendo apanhado bastante, admito que doeu no início por causa da grossura dele. Quando a cabeça finalmente entrou, senti um alívio gostoso, sabendo que ia caber tudo.
O creme fez ele escorregar mais fácil, e eu imaginei meu cu se abrindo inteiro, sendo rasgado de leve. Levou um tempinho pra ele enfiar tudo, porque o pau era longo pra caralho. Aí veio o vai-e-vem, arrombando meu buraco de verdade. Meu próprio pau pulsava tanto que eu gozei sem nem tocar nele, jorrando porra no chão. O coroa aguentou um bom tempo, me fudendo até meu cu começar a arder. Quando ele finalmente explodiu, encheu meu interior de leite quente, tanto que escorreu pelas minhas pernas. Depois, ele me levou pro banheiro, deu um banho em mim pra limpar a bagunça.
Mas não parou por aí. Assim que voltamos, ele me botou de quatro outra vez e meteu de novo, dessa vez sem creme, só no seco e no tesão. Agora, eu virei visitante fixo: pelo menos três vezes na semana, eu bato na porta dele pra levar uma boa foda no rabo. Vicia, cara.